domingo, 22 de dezembro de 2013

E as férias começaram!

 As férias escolares começaram! Só as escolares! Porque as férias em família ainda não tem data para acontecer!
 E ninguém merece criança entediada presa dentro de casa! Então, decidi que todos os dias faremos algo diferente juntos!
 Nossa primeira semana foi intensa!
 Os meninos brincaram de cabra-cega com o papai depois do trabalho!


 Assistiram a um Show de Mágica:



Ouviram a contação de história e tiraram foto com a Emília:


Fizeram caretas com a mamãe:



E jogaram fliperama com o papai:


Passearam no Parque:


 Brincaram com os primos:


Viram os peixinhos:


Passearam com a vovó:


Foram ao supermercado com a mamãe:


Fizeram "trilha":


Samuel disse que ficou forte e saudável:


Aprenderam a se balançar no pneu:




Brincaram na areia:


Brincaram na piscina:


Fizeram uma trilha de verdade e caminharam sob o Sol por quase 2 horas! Meus valentes meninos!



Acamparam:


E foram no parque novamente...



Ufa! E as férias estão "só" começando...




quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Essa é a época mais linda que há...

 Eu amo o Natal!
 Os lares se iluminam, as pessoas pensam mais no próximo, a gratidão parece crescer nos corações...
 Ok, os shoppings também ficam lotados e o desejo desenfreado de consumir como se não houvesse IPTU, IPVA, matrícula da escola, amanhã também vem com tudo!
 Natal pra mim, lembra a família reunida, os primos correndo pela casa, a ansiedade de esperar o Papai Noel, mas mais importante: lembra que o meu Salvador veio ao mundo!
 Mais do que uma data em que festejamos o amor e a união, eu quero poder ensinar aos meus filhos que no Natal celebramos o aniversário de Jesus Cristo!
 E, como em todos os aniversários, nós precisamos dar-lhe presentes!
 Nesse ano, nossa família decidiu que faríamos pequenas boas ações para nossos familiares, vizinhos, conhecidos e desconhecidos e anotaríamos em vários pequeninos cartões de papel. No dia de Natal, esses "papéis" irão decorar nossa árvore, como um presente ao nosso Salvador Jesus Cristo.
 Não aprendemos que "quando servimos ao nosso próximo, estamos servindo ao nosso Deus"?

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 Na segunda-feira nós finalmente conseguimos montar nossa árvore de Natal! Quer dizer, os meninos montaram! Eu fiquei de longe só olhando e fotografando...



 Foi lindo ver o brilho nos olhos dos meus filhos ao colocarem os enfeites e verem, aos poucos, a árvore sem graça se transformar... acender as luzinhas e converter tudo em alegria!


Tom animado dizendo: "Agora nossa casa tá bilhando!"


 Aproveitamos para escrever as cartinhas para o Papai Noel. Eu conheço muitas pessoas que são contra deixar a criança acreditar em Papai Noel. E as justificativas são as mais diversas! Mas eu adoro cultivar a imaginação dos meus filhos e o lado lúdico das coisas! Acho que faz parte da infância e, "por que não?" da vida, fantasiar e poder crer naquilo que é mágico...





 No ano passado o Sam pediu um "jacaré com controle remoto"!
 Nesse ano, ele pediu um Pac man! Aquele "come come" do joguinho do Atari... Mas ele não quer o jogo. Ele quer o personagem!
 Quase não gosta de dar trabalho pro Papai Noel esse meu menino... Já que é o Papai Noel quem fabrica, ele pode pedir qualquer coisa, né não?



 Tom quer um Hulk! Esse gorduchinho anda fascinado com os vingadores! Cada dia ele "incorpora" um.
 Noutro dia, para não comer o seu "frango" na hora do jantar, ele falou: "Mamãe, é só o Hulk quem gosta de franguinho e hoje eu sou o Thor!"

****
 Antes de dormir, Sam perguntou:
 - Mamãe, como o Papai Noel vai entrar aqui se na nossa casa não tem chaminé e temos esse negócio (tela) nas janelas?



 Pela manhã os meninos acordaram e já foram correndo olhar a árvore de Natal. Quando perceberam que a cartinha deles tinha sumido, Sam logo abriu um sorriso e falou: "O Papai Noel passou por aqui!"
 Tom fez uma carinha de triste e falou:
 - Mas porque o papai pegou a minha cartinha?
 - Acho que não foi o papai, filho!
 - Foi sim!
 - Você quer ligar e perguntar para ele?
 - Sim...
 E ele ligou, perguntou , o papai negou, mas ele não me pareceu muito convencido... rsrs




terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Meu pequeno grande menino!

 Acho que o Sam é o caçulinha da turma dele na escola, já que ele só faz aniversário em Dezembro.
 E também acho que nunca fomos a tantas festas infantis como nesse ano! Por isso, o Samuel já estava ansiosíssimo para fazer 5 anos!
 Todas as vezes que eu fazia algum comentário do tipo:
 - Filho, você está crescendo!
 Ele mais do que rapidamente dizia com um sorrisão estampado no rosto:
 - Então eu já fiz 5 anos?
 - Não filho, ainda faltam "tantos" dias para o seu aniversário...
 E ele com uma carinha de decepção:
 - Mas você falou que eu tô crescendo...




 Então, quando de fato começamos os preparativos para a sua festinha, vocês podem imaginar a satisfação dele, né?

*****

 Sam é um garotinho muito prestativo. Adora me ajudar em quase qualquer coisa de eu lhe pedir! E, ultimamente, ele anda muito empolgado com a cozinha... Vive dizendo que quer ser um cozinheiro quando crescer! Então, nada mais justo do que aproveitar algo que ele ama e envolver seus amiguinhos para fazer uma meleca "farra" boa no seu aniversário!
 Eu desenhei os convites e o Sam escreveu em todos eles!




 No condomínio onde nós moramos, tem um salão chamado de "Espaço Gourmet", que tem uma mesona e uma boa infraestrutura para cozinhar. Mas é um salão pequeno! Por isso, apesar de decidirmos fazer a festinha dele nesse salão, optamos por fazer a loucura de convidar apenas as crianças!
 Pra minha sorte os pais super toparam e insanamente confiaram em mim para ficar com os seus pequenos!




 Quando as crianças começaram a chegar, elas ganharam um avental e uma colher de pau, que seriam usados durante as atividades. Enquanto esperávamos todos (ou pelo menos a maioria) chegar, os pequenos se divertiram desenhando e personalizando os seus aventais.

 Depois, nós fizemos a massa dos cupcakes! Achei o máximo a carinha deles quebrando ovos, mexendo com farinha, manteiga... Muitos deles estavam fazendo aquilo pele primeira vez e ficaram realmente empolgados! Infelizmente não consegui tirar foto desta etapa, porque estava liderando os eletrodomésticos enquanto o Andy tinha subido pra pegar umas coisas no apê.
 Enquanto os bolinhos assavam e, depois, esfriavam, aproveitamos para fazer as outras atividades.



 Nós decoramos biscoitos de Natal! Quer dizer, desenhamos neles! Eu comprei algumas canetas feitas com corante alimentício e as crianças puderam soltar a imaginação e colorir os seus bonequinhos no melhor estilo "gingerbread"!
 Algumas, como o meu sobrinho Lucas, até se apegaram ao bonequinho e ficaram com dó de comer! hahaha...



 Depois, nós fizemos mini pizzas e foi engraçado vê-los montando suas coberturas!



Algumas crianças, super economizaram... e outras vindas da Etiópia como o meu filho aniversariante, exageraram tanto que, quando fui tirar a pizzinha do prato para colocar na assadeira, metade da cobertura ficou! rs...
 O pior foi ter que lembrar de quem era cada pizza depois de todo aquele queijo derretido desfigurar tudo o que elas tinham montado!... Mas no final, deu tudo certo! Criança tem mesmo memória de elefante! Todo mundo sabia direitinho qual era a sua - ou pelo menos, comeu a do outro sem reclamar! hahaha... Com excessão do Arthur, que teve sua pizza trocada com alguma criança e ficou meio frustrado!...

Parece um garoto tranquilo, mas "come" como se não houvesse amanhã! 



 Cupcakes frios, nós os decoramos! Eu coloquei o chantilli colorido e cada criança enfeitou com os confeitos que queria!




 E cada um ganhou uma velinha para colocar no seu bolinho e assoprar na hora dos parabéns!
 Então, cada um pode fazer o seu pedido antes de assoprar sua vela! Foi muito divertido e engraçado ver como os menores, principalmente, estavam empolgados por ter sua própria vela! E na hora de assoprar, muitos demoraram porque estavam de olhinhos fechados ou com os dedinhos na cabeça dizendo em alto e bom som os seus pedidos! Ganhar o Homem de Ferro ganhou em disparada na lista de desejos "audíveis" dos meninos! rs... O Enzo quer um azul, viu, Alessandra? hahaha...





 Aí, finalmente fizemos uma pausa para comer direitinho, tomar suco e brincar!
 Amarramos bexigas no tornozelo deles e brincamos de "estoura balão". Adoro essas brincadeiras de antigamente! Não é que eu não goste das festinhas tradicionais de hoje, cheia de brinquedos alugados ou num buffet. Até que acho divertido! Os pais tem tempo para conversar enquanto os filhos estão brincando. Mas eu me lembro das minhas festinhas de infância, quando a gente não tinha nada disso! A gente inventava mil brincadeiras, corria pelo quintal e se divertia taaanto! Claro, que para quem quer e pode, pagar para não ter nenhum trabalho, pode ser uma boa opção! Mas, eu ainda prefiro reunir a mulherada para enrolar brigadeiro e aproveitar para comer alguns, assoprar as forminhas pra elas abrirem (Sorry, guys! Mas sim, vocês já comerar muita baba minha! hehehe...), encomendar o bolo naquela vizinha simpática ou naquela doceria maravilhosa que abriu no seu bairro e correr com as crianças e o bebê no colo para estourar a bexiga do tornozelo.




 Parabéns, meu filhote lindo! Meu gatinho de olhos verdes e sorriso fácil!
 Foi com você que aprendi que todas as situações merecem um beijo... não conheço criança mais carinhosa!
 São 5 aninhos de conversas engraçadas, historinhas de super heróis, "beijos de amor", futebol no corredor e corridas pela casa.
 Faz 5 anos que você me fez nascer como mãe! E me ensina, todos os dias a ser uma pessoa melhor! A sonhar e a buscar tornar o mundo um lugar melhor, para que você possa crescer e realizar todos os sonhos!
 Amo você pra sempre!


quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

6 meses!

 Nessa semana nosso pequeno Benjamin completou 6 meses!
 Foram 6 meses de amamentação exclusiva, de colinho quase o dia todo e de cama compartilhada.
 Agora, começa uma nova etapa: a introdução alimentar.
 Como mãe de terceira viagem, eu já encaro com mais tranquilidade essa fase. Hoje eu sei que, até 1 ano, o leite materno continua sendo a principal fonte de alimentação dele e que a comidinha é um complemento e não o contrário!
 Eu andei lendo bastante sobre o BLW - uma sigla, em inglês que quer dizer algo como "desmame guiado pelo bebê". A partir do momento em que o bebê começa a se alimentar de outras coisas que não seja só o leite, inicia-se a fase do desmame, que pode levar ainda alguns anos.
 No BLW, o bebê come o que quer e o quanto quer. É ele quem determina. Eu adoro a idéia do bebê poder "decidir" - se é que podemos chamar assim. Mas acho que pretendo mesclar esse método com o tradicional - o da colher na mão da mamãe.
 Ele já se melecou com provou brócolis e banana! O brócolis ele amou!

Esse ele comeu inteirinho!

Meleca boa! 


Vem cá, bananinha!

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Confissões da Maternidade...

 Semana passada meu marido e eu assistimos um programa na tv sobre ocorrências médicas reais. No episódio mostrava uma criança de uns 4 anos, encaminhada ao hospital com uma fratura no pé, cujos pais diziam não saber como tinha acontecido. Os médicos então radiografaram outras partes do corpo para verificar se não havia mais alguma fratura e, para surpresa geral, o garotinho já tinha fraturado quase todas as partes do corpo! Os médicos logo suspeitaram que aquela criança era agredida e avisaram a polícia e a assistência social.
 O que me intrigou foi a abordagem a Assistente Social: muito direta! Ela perguntou: Quando sua mãe fica brava? E o que ela faz quando ela fica brava? Quando sua mãe te bate?
 Assistir ao programa me fez refletir um pouco sobre isso e resolvi fazer essas perguntas aos meus filhos.
 E essas foram as respostas deles:
 - Quando a mamãe fica brava?
 - Quando a gente faz coisas erradas!
 - E o que a mamãe faz quando fica brava?
 - Ela dá bronca!
 - Quando a mamãe te bate?
 Nesse momento houve uma pausa... Eles me olharam e se olharam com uma cara de "como assim? que pergunta é essa?". E depois de alguns segundos, responderam:
 - Nunca!
 E ainda completaram:
 - Porque não pode bater, né, mamãe?

 Eu fiquei pensando nos pais e mães que batem nos filhos achando que estão educando ou os ensinando a serem pessoas melhores. Numa situação como a do garotinho do reality, os pais seriam presos, mesmo que, naquele dia, o garoto tivesse quebrado o pé pulando na cama (como foi de fato o que aconteceu).

 Eu nunca bati nos meus filhos e não pratico nenhum tipo de violência física ou verbal, mas honestamente estou muito longe de ser o tipo de mãe que eu gostaria de ser... Muitas vezes eu me preocupo se não estou cobrando demais deles... e me esquecendo de que, como todas as crianças eles precisam fazer "traquinagens" e quem sabe até desafiar a autoridade dos pais, quebrar as regras e se lançar no desconhecido para formar o seu caráter e crescer.



*****

 Na grande maioria das vezes, quando saio com os meninos, somos elogiados.
 Na última viagem internacional (hoooooras de vôo) que fizemos, um senhorzinho norte americano veio agradecer aos meus meninos por terem sido tão educados durante o vôo.
 Na última vez que saí para almoçar fora sozinha com os pequenos, outras pessoas que estavam na mesa ao lado puxaram assunto e elogiaram por eles estarem se portando tão bem à mesa, enquanto a mamãe, sozinha, tentava dar conta de tudo.
 Na Igreja sempre tem uma ou outra irmã que comenta comos eles são bonzinhos na aula ou durante a reunião sacramental.
 Eu realmente fico contente em ouvir isso, mas honestamente, não é esse o tipo de reconhecimento que eu busco. Eu realmente quero poder vê-los crescer e se tornarem homens de bem. O que não está necessariamente ligado ao bom comportamento nos lugares por onde passamos.
 Às vezes, eu confesso, que gostaria que meu filhos sempre me obedecessem imediatamente. Mas ao mesmo tempo eu me questiono se, nesse caso, eu não estaria criando um robozinho, que só obedece, sem questionar nada. Que tipo de adulto ele se tornaria? Eu não quero que ele seja alguém que só obedece... Eu quero que eles questionem, que eles lutem para mudar o que consideram injusto e errado, eu quero eles inovem e sejam corajosos para jogar tudo para o alto e recomeçar quantas vezes forem necessárias!
 E então, eu preciso dar espaço para que eles sejam assim.
 É claro que aqui em casa não vivemos num caos e temos regras. Mas nossas regras não foram impostas. Elas foram feitas em conjunto. E sim, às vezes elas são quebradas!

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 Tenho pensado muito no legado que eu terei deixado quando partir dessa vida. E eu realmente quero ser uma mãe melhor para os meus filhos.
 Quero que sempre que eles pensarem em algum exemplo de bondade, de amor, de paciência, de compaixão, de perdão e de serviço, eles imediatamente se lembrem de mim!

 Ontem, tive um dia difícil com os meninos e eu precisei chamar a atenção deles muuuitas vezes durante o dia. À noite na hora de dormir, depois de orarmos juntos, nos sentamos um pouco na cama para conversar. Eu me desculpei por ter sido uma mãe tão chata durante o dia e disse que ficava muito triste de ter que chamar a atenção deles tantas vezes. Não foi uma conversa em tom de bronca... foi em tom de desabafo mesmo... Imediatamente os meninos começaram a chorar! E nos abraçamos e choramos juntos! E prometemos que ambos seremos melhores... E foi um momento muito tocante para mim. Eu podia ver nos olhinhos daqueles dois garotinhos de 4 e de 2 anos, que eles realmente sentiam muito.
 Eu me sinto tão abençoada por ter filhos! Se eu achava que sabia alguma coisa nessa vida, tudo caiu por terra depois que eu tive meus meninos. Eles me ensinam tanto que eu não consigo imaginar com é que eu consegui viver tantos anos sem eles...
 Será que é possível aprender sobre perdão de uma maneira melhor do que observando as crianças?
 Tom é um garotinho muito sensível e se magoa e chora se leva uma bronca. Mas se eu lhe der um abraço, um carinho, logo tudo passa. Que adulto é assim? Que adulto vai se consolar com aquele que lhe magoou?

 


 Eu sei que esse post saiu muito confuso... Comecei falando de um programa e terminei falando do exemplo das crianças... 
 Eu só queria agora, expressar minha gratidão ao Pai Celestial por me confiar 3 pequenos anjos que me ensinam todos os dias a ser uma mulher melhor. Que me ajudam a ser mais criativa, paciente, perseverante, amorosa... Que me ajudam a sentir que estou realmente fazendo um trabalho sagrado. E, sem dúvidas, esse é o melhor trabalho que eu poderia ter...




domingo, 24 de novembro de 2013

O Rio de Janeiro continua lindo!

 Já tem alguns dias que eu e meu marido fizemos uma lista dos lugares no Brasil que gostaríamos de conhecer.
 A gente adora viajar, mas sempre acaba indo para os mesmos lugares! Então, se você é como eu, fazer uma lista pode ajudar a pensar em lugares diferentes na hora de escolher o seu destino.
 Meu marido é carioca! Pelo sotaque, não se nota muito de onde ele é, como já comentei aqui, mas basta deixá-lo 30 segundos, ou melhor, basta um carioca passar por ele, assim, meio de longe, no supermercado, que ele já fica insuportavelmente adoravelmente carioca! Tô brincando gente! Acho uma graça! Adoro essa misturas lindas de sotaques que a gente tem no nosso país!
 E, apesar de casada com o carioca, eu nunca fui ao Rio. Nunca! Pode isso, minha gente?
 Obviamente, o Rio de Janeiro foi o primeiro lugar que acrescentamos à nossa lista! Tem vários outros lugares... Quem sabe um dia compartilho a lista toda ou talvez vá compartilhando à medida que os destinos virarem roteiros!

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 Meu marido trabalha tanto, mas tanto que às vezes consegue ficar a semana inteira sem ver as crianças acordadas! E nada mais justo que eu atormente para que ele consiga um day off de vez enquando...
 Então, essa semana ele conseguiu! E não apenas um, mais dois!!! E decidimos ir para o Rio de Janeiro!!! \o/
 Então, começou a maratona para encontrar hospedagem uma semana antes de um feriado prolongado num dos lugares turísticos mais concorridos do mundo!
 Como a probabilidade de pegarmos trânsito era alta e temos um bezerrinho bebêzinho em casa, decidimos fazer uma Parada em Paraty, outra em Angra dos Reis e só então seguirmos para a Cidade Maravilhosa!

 Saímos de casa às 7h da manhã da Sexta-feira, feriado de 15 de Novembro. Foi uma delícia passar pela Anchieta completamente parada e ver que o nosso caminho pelo Rodoanel  estava livre!!! Praticamente quase não pegamos trânsito nenhum até chegarmos na estrada que liga Cunha a Paraty. Peraí... Eu disse "estrada"?


Estrada Cunha - Paraty

  São 9 km de estrada de terra, que lembram uma escadaria ou como dizem os locais, foi uma "cachoeira que secou e agora passa carro", é chamada de "Serra do Quebra Cangalha". A vista é linda, mas o caminho é cheio de penhascos e o carro não pode quebrar! Não há nenhuma iluminação e os celulares e GPS não funcionam! Além de tudo, só há lugar para passar um carro, mas circulam carros nas duas direções. Então, com o movimento do feriado, ficou tudo "travado"! Em alguns lugares ficamos parados mesmo. Num percurso de pouco mais de 1 hora, levamos quase 3!



 Chegamos em Paraty já de tarde e nem conseguimos aproveitar o dia como era o planejado... Mas conseguimos passear um pouco pelo Centro histórico e levar as crianças à praia. Elas já estavam ansiosas! Thomas veio o caminho inteiro na "torcida organizada", gritando: Páia, páia, páia! E depois de tantas horas super bonzinhos no carro, eles mais do que mereciam!




 À noite, fomos para Angra dos Reis. Devo dizer que foi muito difícil encontrar uma hospedagem boa e com um preço decente. Em Paraty e Angra, nem com um preço completamente imoral foi possível! O único lugar que encontramos que ainda havia lugares disponível para uma pequena família de 5, foi um Hostel. Roubada total! Ainda tentamos de última hora checar algumas outras opções caríssimas, mas estava tudo lotado!
 No fim, resolvemos aceitar a situação e ficar no Hostel mesmo! O quarto era honesto, mas o chuveiro, gelado! A dona (uma simpatia sem igual!) até tentou consertar o chuveiro umas 2 vezes, mas a resistência nova só durou uns 30 segundos! Na primeira noite, dei banho nos pequenos no quarto da dona. No segundo, dia, desencanei e foi de água gelada mesmo! Banho de gato, tadinhos!
 Mas tirando os imprevistos da estadia, amamos Angra!
 No primeiro dia fomos para a Praia da Ribeira.




 Uma prainha pequena, fechada, protegida e preservada pela Igreja Católica. O mar de águas calmas e limpas fez a festa dos meninos!
 Almoçamos num restaurante mineiro e à tarde, estava ameaçando um temporal. Até caiu uma chuvinha fina, mas com o calor que estava, só agradecemos!




 Depois do almoço, fomos conhecer a Praia do Laboratório.
 Pense em uma praia de águas quentes! Espera: eu não disse morna, eu disse quente!
 As águas dessa praia são responsáveis pelo resfriamento da Usina Nuclear, que fica ao lado. MAs apesar da proximidade com a usina, a praia não é tóxica ou poluída. A água é cristalina, sem nenhuma onda e há estrelas do mar e tartarugas marinhas...

Até o Ben curtiu!

 No dia seguinte, acordamos cedinho e partimos para o Rio de Janeiro! O temporal no caminho nos atrasou um pouco, mas conseguimos chegar a tempo na Capela. Fomos na Ala Camorim, no Recreio dos Bandeirantes.
 Foi muito agradável e os meninos até participaram da Sacramental da Primária!
 Reencontramos uma família muuuuito querida, que já não víamos há alguns anos e passamos praticamente todo o Domingo com eles.  Assim como nós, eles são uma família de 5: Shirley, Milton e 3 meninas: Melissa, Lara e Helena.
 Os meninos também amaram a companhia das garotas! Desde que voltamos, ele vive perguntando quando é que a Melissa vem brincar aqui em casa...

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 Nosso apartamento era uma graça! Um 3 quartos na Barra com toda infraestrutura possível! Foi realmente "a bonança depois da tempestade" do Hostel em Angra...
 Na segunda-feira, fomos ao Jardim Botânico. Que lugar lindo!



 Ficamos até umas 15h e meu sogro, que havia nos ligado pela manhã falando que também estava no Rio nos encontrou para almoçar. O Andy estava super empolgado pra ir numa churrascaria muito bem recomendada. Ele colocou o nome no GPS, que logo localizou um endereço em Copacabana. Ô lugarzinho difícil de estacionar! O Andy me deixou nas proximidades do restaurante com o pai dele e as crianças e saiu para procurar uma vaga.
 Quando entrei no restaurante, achei meio estranho... O Andy estava tão animado, que eu não podia acreditar que era por causa daquele lugar... Tava um calor lascado, então, resolvemos entrar e pedir alguma coisa enquanto o Andy chegava. Mas as crianças estavam com fome e ele demorou tanto, que quando chegou, nós já havíamos pedido a comida! Aí, ele chega com uma cara estranha... Olha alguma coisa no celular e me diz: "O restaurante não era esse! O GPS nos mandou para o endereço errado!"

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 Meu sogro queria porque queria nos levar para a Ilha do Governador, onde o meu marido nasceu. "É só uma hora e vinte de barca para chegar lá!", ele dizia. E eu pensei: "Já são quase 5 da tarde. Duas horas e quarenta de viagem para ir para a tal Ilha?"
 Olhei para o meu marido e perguntei: "Você quer mesmo ir?" Confesso que me senti aliviada quando ele disse que não, mas aí, meu sogro resolveu nos levar para cruzar o Baía da Guanabara de barca. 40 minutinhos de viagem ida e volta.


 No caminho ainda paramos para apreciar a vista do Aterro do Flamengo.

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 No dia seguinte, acordamos cedinho e tomomos café da manhã na Confeitaria Colombo, no Forte de Copacabana.




 Que vista deliciosa!
 Depois ainda pudemos assistir só um pedacinho da cerimônia de hasteamento da bandeira em cima do forte.






 Saímos do Forte e fomos pegar o Trem que nos levaria até o Cristo Redentor. Um passeio agradável com uma vista maravilhosa!



 Gostei muito da visita ao Cristo, mas o calor estava insuportável! Não tem sombra praticamente nenhuma e é realmente muito quente! De lá é possível ter uma vista dos principais lugares do Rio: Maracanã, bairros como Leblon e Copacabana... Lindo, lindo...




 Mas o passeio que eu mais gostei foi o Pão de Açúcar, sem dúvidas!
 Eu morro tenho um medinho de altura e confesso que estava morrendo de medo apreensiva sobre o passeio... Mas valeu a pena! Claro que eu senti medo de olhar para baixo de dentro do bondinho e também dei uma tremida na hora de sair para o Pão de Açúcar com o Ben no colo e segurando a mão do Tom. Fica um vão de uns 30 cm entre o bondinho e a estação. A mente fértil da pessoa com medo, já fica imaginando que vai cair montanha abaixo por ali...



 Se você tiver que escolher só um dos dos lugares, eu recomendo fortemente que você escolha o Pão de Açucar. São duas estações em diferentes alturas, com lugar para sentar, apreciar calmamente a paisagem (m.a.r.a.v.i.l.h.o.s.a!), tomar um sorvete, comer um lanche... e ver o Cristo Redentor!
 Há também um pequeno museu que retrata a história desde a sua construção.
 É pra ir sem pressa de voltar... Vista estonteante! Vale a pena!

 No final do dia, fomos para a Praia Vermelha, recomendada pelo meu amigo Leiliano. Colocar os pés no mar estava impossível! Parecia que a água tinha acabado de ser retirada do freezer! hahaha... Mas a vista super compensou...



 O Sam ainda fez amizade com uns pescadores de lula, fez todas as perguntas inimagináveis e recebeu as melhores explicações caso queira se tornar um pescador no futuro!

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 No nosso último dia no Rio, decidimos só ir para a praia. Pela manhã, fomos para Grumari, que nos foi recomendada pela Thais e pelo Milton. A praia não estava muito cheia, mas o acesso estava bem difícil! Carros parando na beira da estrada e muito trânsito! A praia é bem bonita, mas o mar estava muito agitado, "puxando"! Sam louco para entrar na água, mas naquelas condições, era impossível, tadinho!

Só na vontade de entrar no mar...



 Aí, depois do almoço, decidimos ir para  Baixo Bebê no Leblon. Ali as crianças de fato se esbaldaram! O Posto 12 é todo pensado para os pequenos: tem fraldário, lugar para comer ou aquecer a comida, parquinho, chuveiro de água doce e piscina inflável também cheia com água doce, além de cadeiras e guarda-sol.


Curtindo a piscininha no Baixo Bebê


Nossa idéia era ir embora do Rio umas 18h. Mas a praia estava tão gostosa e as crianças estavam curtindo tanto, que nesse horário, ainda estávamos com os pés na areia!
Aproveitamos para tomar muita água de coco, além de provar as delícias das praias cariocas e comer o famoso biscoito Globo!

 Saímos do Rio umas 21h00 e chegamos à nossa São Bernardo por volta das 3h00 da manhã...


*** Minha percepção sobre o Rio:

- Lugar lindo, lindo, lindo! Não entendo como só fui conhecer agora!
- Tem problemas de trânsito, assim como qualquer cidade grande! Mas há uma enorme diferença entre estar no trânsito parada olhando para a Lagoa Rodrigo de Freitas ou para o Mar e estar olhando para uma "selva de pedras"!
- Me senti muito segura, apesar da fama de cidade violenta... Sinto muito mais medo de andar em São Paulo à noite.
- Povo extremamente simpático, que faz amizade fácil...
- Ouvi mais palavrão nesses dias de Rio do que em toda a minha vida em São Paulo! hahaha... Agora entendo porque o funk é cheio de palavrões... Porque me parece ser um linguajar que faz parte do cotidiano mesmo...
- Cheiro de mar (e não de fumaça!)...
- Cariocas não dão seta!!! Você precisa deduzir se o cara vai virar imediatamente na sua frente e a qualquer momento! Há pouquíssimos motoboys! Ninguém fica ouvindo aquelas buzinadinhas chatas o tempo todo no trânsito!
- Muito bem sinalizado. É muito difícil se perder. E ainda assim, se você tiver a sorte de, como nós, entrar por engano na estrada do Joá, a paisagem super compensa!
- Lindo, lindo, lindo! (Ops! Já disse isso, né?) Mas é lindo mesmo! Amo montanhas! Esse tipo de paisagem me conquista!
- Comecei o post dizendo que fizemos uma lista para variar os destinos das viagens, mas com certeza o Rio é um lugar para onde iremos voltar!