domingo, 22 de dezembro de 2013

E as férias começaram!

 As férias escolares começaram! Só as escolares! Porque as férias em família ainda não tem data para acontecer!
 E ninguém merece criança entediada presa dentro de casa! Então, decidi que todos os dias faremos algo diferente juntos!
 Nossa primeira semana foi intensa!
 Os meninos brincaram de cabra-cega com o papai depois do trabalho!


 Assistiram a um Show de Mágica:



Ouviram a contação de história e tiraram foto com a Emília:


Fizeram caretas com a mamãe:



E jogaram fliperama com o papai:


Passearam no Parque:


 Brincaram com os primos:


Viram os peixinhos:


Passearam com a vovó:


Foram ao supermercado com a mamãe:


Fizeram "trilha":


Samuel disse que ficou forte e saudável:


Aprenderam a se balançar no pneu:




Brincaram na areia:


Brincaram na piscina:


Fizeram uma trilha de verdade e caminharam sob o Sol por quase 2 horas! Meus valentes meninos!



Acamparam:


E foram no parque novamente...



Ufa! E as férias estão "só" começando...




quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Essa é a época mais linda que há...

 Eu amo o Natal!
 Os lares se iluminam, as pessoas pensam mais no próximo, a gratidão parece crescer nos corações...
 Ok, os shoppings também ficam lotados e o desejo desenfreado de consumir como se não houvesse IPTU, IPVA, matrícula da escola, amanhã também vem com tudo!
 Natal pra mim, lembra a família reunida, os primos correndo pela casa, a ansiedade de esperar o Papai Noel, mas mais importante: lembra que o meu Salvador veio ao mundo!
 Mais do que uma data em que festejamos o amor e a união, eu quero poder ensinar aos meus filhos que no Natal celebramos o aniversário de Jesus Cristo!
 E, como em todos os aniversários, nós precisamos dar-lhe presentes!
 Nesse ano, nossa família decidiu que faríamos pequenas boas ações para nossos familiares, vizinhos, conhecidos e desconhecidos e anotaríamos em vários pequeninos cartões de papel. No dia de Natal, esses "papéis" irão decorar nossa árvore, como um presente ao nosso Salvador Jesus Cristo.
 Não aprendemos que "quando servimos ao nosso próximo, estamos servindo ao nosso Deus"?

****

 Na segunda-feira nós finalmente conseguimos montar nossa árvore de Natal! Quer dizer, os meninos montaram! Eu fiquei de longe só olhando e fotografando...



 Foi lindo ver o brilho nos olhos dos meus filhos ao colocarem os enfeites e verem, aos poucos, a árvore sem graça se transformar... acender as luzinhas e converter tudo em alegria!


Tom animado dizendo: "Agora nossa casa tá bilhando!"


 Aproveitamos para escrever as cartinhas para o Papai Noel. Eu conheço muitas pessoas que são contra deixar a criança acreditar em Papai Noel. E as justificativas são as mais diversas! Mas eu adoro cultivar a imaginação dos meus filhos e o lado lúdico das coisas! Acho que faz parte da infância e, "por que não?" da vida, fantasiar e poder crer naquilo que é mágico...





 No ano passado o Sam pediu um "jacaré com controle remoto"!
 Nesse ano, ele pediu um Pac man! Aquele "come come" do joguinho do Atari... Mas ele não quer o jogo. Ele quer o personagem!
 Quase não gosta de dar trabalho pro Papai Noel esse meu menino... Já que é o Papai Noel quem fabrica, ele pode pedir qualquer coisa, né não?



 Tom quer um Hulk! Esse gorduchinho anda fascinado com os vingadores! Cada dia ele "incorpora" um.
 Noutro dia, para não comer o seu "frango" na hora do jantar, ele falou: "Mamãe, é só o Hulk quem gosta de franguinho e hoje eu sou o Thor!"

****
 Antes de dormir, Sam perguntou:
 - Mamãe, como o Papai Noel vai entrar aqui se na nossa casa não tem chaminé e temos esse negócio (tela) nas janelas?



 Pela manhã os meninos acordaram e já foram correndo olhar a árvore de Natal. Quando perceberam que a cartinha deles tinha sumido, Sam logo abriu um sorriso e falou: "O Papai Noel passou por aqui!"
 Tom fez uma carinha de triste e falou:
 - Mas porque o papai pegou a minha cartinha?
 - Acho que não foi o papai, filho!
 - Foi sim!
 - Você quer ligar e perguntar para ele?
 - Sim...
 E ele ligou, perguntou , o papai negou, mas ele não me pareceu muito convencido... rsrs




terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Meu pequeno grande menino!

 Acho que o Sam é o caçulinha da turma dele na escola, já que ele só faz aniversário em Dezembro.
 E também acho que nunca fomos a tantas festas infantis como nesse ano! Por isso, o Samuel já estava ansiosíssimo para fazer 5 anos!
 Todas as vezes que eu fazia algum comentário do tipo:
 - Filho, você está crescendo!
 Ele mais do que rapidamente dizia com um sorrisão estampado no rosto:
 - Então eu já fiz 5 anos?
 - Não filho, ainda faltam "tantos" dias para o seu aniversário...
 E ele com uma carinha de decepção:
 - Mas você falou que eu tô crescendo...




 Então, quando de fato começamos os preparativos para a sua festinha, vocês podem imaginar a satisfação dele, né?

*****

 Sam é um garotinho muito prestativo. Adora me ajudar em quase qualquer coisa de eu lhe pedir! E, ultimamente, ele anda muito empolgado com a cozinha... Vive dizendo que quer ser um cozinheiro quando crescer! Então, nada mais justo do que aproveitar algo que ele ama e envolver seus amiguinhos para fazer uma meleca "farra" boa no seu aniversário!
 Eu desenhei os convites e o Sam escreveu em todos eles!




 No condomínio onde nós moramos, tem um salão chamado de "Espaço Gourmet", que tem uma mesona e uma boa infraestrutura para cozinhar. Mas é um salão pequeno! Por isso, apesar de decidirmos fazer a festinha dele nesse salão, optamos por fazer a loucura de convidar apenas as crianças!
 Pra minha sorte os pais super toparam e insanamente confiaram em mim para ficar com os seus pequenos!




 Quando as crianças começaram a chegar, elas ganharam um avental e uma colher de pau, que seriam usados durante as atividades. Enquanto esperávamos todos (ou pelo menos a maioria) chegar, os pequenos se divertiram desenhando e personalizando os seus aventais.

 Depois, nós fizemos a massa dos cupcakes! Achei o máximo a carinha deles quebrando ovos, mexendo com farinha, manteiga... Muitos deles estavam fazendo aquilo pele primeira vez e ficaram realmente empolgados! Infelizmente não consegui tirar foto desta etapa, porque estava liderando os eletrodomésticos enquanto o Andy tinha subido pra pegar umas coisas no apê.
 Enquanto os bolinhos assavam e, depois, esfriavam, aproveitamos para fazer as outras atividades.



 Nós decoramos biscoitos de Natal! Quer dizer, desenhamos neles! Eu comprei algumas canetas feitas com corante alimentício e as crianças puderam soltar a imaginação e colorir os seus bonequinhos no melhor estilo "gingerbread"!
 Algumas, como o meu sobrinho Lucas, até se apegaram ao bonequinho e ficaram com dó de comer! hahaha...



 Depois, nós fizemos mini pizzas e foi engraçado vê-los montando suas coberturas!



Algumas crianças, super economizaram... e outras vindas da Etiópia como o meu filho aniversariante, exageraram tanto que, quando fui tirar a pizzinha do prato para colocar na assadeira, metade da cobertura ficou! rs...
 O pior foi ter que lembrar de quem era cada pizza depois de todo aquele queijo derretido desfigurar tudo o que elas tinham montado!... Mas no final, deu tudo certo! Criança tem mesmo memória de elefante! Todo mundo sabia direitinho qual era a sua - ou pelo menos, comeu a do outro sem reclamar! hahaha... Com excessão do Arthur, que teve sua pizza trocada com alguma criança e ficou meio frustrado!...

Parece um garoto tranquilo, mas "come" como se não houvesse amanhã! 



 Cupcakes frios, nós os decoramos! Eu coloquei o chantilli colorido e cada criança enfeitou com os confeitos que queria!




 E cada um ganhou uma velinha para colocar no seu bolinho e assoprar na hora dos parabéns!
 Então, cada um pode fazer o seu pedido antes de assoprar sua vela! Foi muito divertido e engraçado ver como os menores, principalmente, estavam empolgados por ter sua própria vela! E na hora de assoprar, muitos demoraram porque estavam de olhinhos fechados ou com os dedinhos na cabeça dizendo em alto e bom som os seus pedidos! Ganhar o Homem de Ferro ganhou em disparada na lista de desejos "audíveis" dos meninos! rs... O Enzo quer um azul, viu, Alessandra? hahaha...





 Aí, finalmente fizemos uma pausa para comer direitinho, tomar suco e brincar!
 Amarramos bexigas no tornozelo deles e brincamos de "estoura balão". Adoro essas brincadeiras de antigamente! Não é que eu não goste das festinhas tradicionais de hoje, cheia de brinquedos alugados ou num buffet. Até que acho divertido! Os pais tem tempo para conversar enquanto os filhos estão brincando. Mas eu me lembro das minhas festinhas de infância, quando a gente não tinha nada disso! A gente inventava mil brincadeiras, corria pelo quintal e se divertia taaanto! Claro, que para quem quer e pode, pagar para não ter nenhum trabalho, pode ser uma boa opção! Mas, eu ainda prefiro reunir a mulherada para enrolar brigadeiro e aproveitar para comer alguns, assoprar as forminhas pra elas abrirem (Sorry, guys! Mas sim, vocês já comerar muita baba minha! hehehe...), encomendar o bolo naquela vizinha simpática ou naquela doceria maravilhosa que abriu no seu bairro e correr com as crianças e o bebê no colo para estourar a bexiga do tornozelo.




 Parabéns, meu filhote lindo! Meu gatinho de olhos verdes e sorriso fácil!
 Foi com você que aprendi que todas as situações merecem um beijo... não conheço criança mais carinhosa!
 São 5 aninhos de conversas engraçadas, historinhas de super heróis, "beijos de amor", futebol no corredor e corridas pela casa.
 Faz 5 anos que você me fez nascer como mãe! E me ensina, todos os dias a ser uma pessoa melhor! A sonhar e a buscar tornar o mundo um lugar melhor, para que você possa crescer e realizar todos os sonhos!
 Amo você pra sempre!


quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

6 meses!

 Nessa semana nosso pequeno Benjamin completou 6 meses!
 Foram 6 meses de amamentação exclusiva, de colinho quase o dia todo e de cama compartilhada.
 Agora, começa uma nova etapa: a introdução alimentar.
 Como mãe de terceira viagem, eu já encaro com mais tranquilidade essa fase. Hoje eu sei que, até 1 ano, o leite materno continua sendo a principal fonte de alimentação dele e que a comidinha é um complemento e não o contrário!
 Eu andei lendo bastante sobre o BLW - uma sigla, em inglês que quer dizer algo como "desmame guiado pelo bebê". A partir do momento em que o bebê começa a se alimentar de outras coisas que não seja só o leite, inicia-se a fase do desmame, que pode levar ainda alguns anos.
 No BLW, o bebê come o que quer e o quanto quer. É ele quem determina. Eu adoro a idéia do bebê poder "decidir" - se é que podemos chamar assim. Mas acho que pretendo mesclar esse método com o tradicional - o da colher na mão da mamãe.
 Ele já se melecou com provou brócolis e banana! O brócolis ele amou!

Esse ele comeu inteirinho!

Meleca boa! 


Vem cá, bananinha!

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Confissões da Maternidade...

 Semana passada meu marido e eu assistimos um programa na tv sobre ocorrências médicas reais. No episódio mostrava uma criança de uns 4 anos, encaminhada ao hospital com uma fratura no pé, cujos pais diziam não saber como tinha acontecido. Os médicos então radiografaram outras partes do corpo para verificar se não havia mais alguma fratura e, para surpresa geral, o garotinho já tinha fraturado quase todas as partes do corpo! Os médicos logo suspeitaram que aquela criança era agredida e avisaram a polícia e a assistência social.
 O que me intrigou foi a abordagem a Assistente Social: muito direta! Ela perguntou: Quando sua mãe fica brava? E o que ela faz quando ela fica brava? Quando sua mãe te bate?
 Assistir ao programa me fez refletir um pouco sobre isso e resolvi fazer essas perguntas aos meus filhos.
 E essas foram as respostas deles:
 - Quando a mamãe fica brava?
 - Quando a gente faz coisas erradas!
 - E o que a mamãe faz quando fica brava?
 - Ela dá bronca!
 - Quando a mamãe te bate?
 Nesse momento houve uma pausa... Eles me olharam e se olharam com uma cara de "como assim? que pergunta é essa?". E depois de alguns segundos, responderam:
 - Nunca!
 E ainda completaram:
 - Porque não pode bater, né, mamãe?

 Eu fiquei pensando nos pais e mães que batem nos filhos achando que estão educando ou os ensinando a serem pessoas melhores. Numa situação como a do garotinho do reality, os pais seriam presos, mesmo que, naquele dia, o garoto tivesse quebrado o pé pulando na cama (como foi de fato o que aconteceu).

 Eu nunca bati nos meus filhos e não pratico nenhum tipo de violência física ou verbal, mas honestamente estou muito longe de ser o tipo de mãe que eu gostaria de ser... Muitas vezes eu me preocupo se não estou cobrando demais deles... e me esquecendo de que, como todas as crianças eles precisam fazer "traquinagens" e quem sabe até desafiar a autoridade dos pais, quebrar as regras e se lançar no desconhecido para formar o seu caráter e crescer.



*****

 Na grande maioria das vezes, quando saio com os meninos, somos elogiados.
 Na última viagem internacional (hoooooras de vôo) que fizemos, um senhorzinho norte americano veio agradecer aos meus meninos por terem sido tão educados durante o vôo.
 Na última vez que saí para almoçar fora sozinha com os pequenos, outras pessoas que estavam na mesa ao lado puxaram assunto e elogiaram por eles estarem se portando tão bem à mesa, enquanto a mamãe, sozinha, tentava dar conta de tudo.
 Na Igreja sempre tem uma ou outra irmã que comenta comos eles são bonzinhos na aula ou durante a reunião sacramental.
 Eu realmente fico contente em ouvir isso, mas honestamente, não é esse o tipo de reconhecimento que eu busco. Eu realmente quero poder vê-los crescer e se tornarem homens de bem. O que não está necessariamente ligado ao bom comportamento nos lugares por onde passamos.
 Às vezes, eu confesso, que gostaria que meu filhos sempre me obedecessem imediatamente. Mas ao mesmo tempo eu me questiono se, nesse caso, eu não estaria criando um robozinho, que só obedece, sem questionar nada. Que tipo de adulto ele se tornaria? Eu não quero que ele seja alguém que só obedece... Eu quero que eles questionem, que eles lutem para mudar o que consideram injusto e errado, eu quero eles inovem e sejam corajosos para jogar tudo para o alto e recomeçar quantas vezes forem necessárias!
 E então, eu preciso dar espaço para que eles sejam assim.
 É claro que aqui em casa não vivemos num caos e temos regras. Mas nossas regras não foram impostas. Elas foram feitas em conjunto. E sim, às vezes elas são quebradas!

******

 Tenho pensado muito no legado que eu terei deixado quando partir dessa vida. E eu realmente quero ser uma mãe melhor para os meus filhos.
 Quero que sempre que eles pensarem em algum exemplo de bondade, de amor, de paciência, de compaixão, de perdão e de serviço, eles imediatamente se lembrem de mim!

 Ontem, tive um dia difícil com os meninos e eu precisei chamar a atenção deles muuuitas vezes durante o dia. À noite na hora de dormir, depois de orarmos juntos, nos sentamos um pouco na cama para conversar. Eu me desculpei por ter sido uma mãe tão chata durante o dia e disse que ficava muito triste de ter que chamar a atenção deles tantas vezes. Não foi uma conversa em tom de bronca... foi em tom de desabafo mesmo... Imediatamente os meninos começaram a chorar! E nos abraçamos e choramos juntos! E prometemos que ambos seremos melhores... E foi um momento muito tocante para mim. Eu podia ver nos olhinhos daqueles dois garotinhos de 4 e de 2 anos, que eles realmente sentiam muito.
 Eu me sinto tão abençoada por ter filhos! Se eu achava que sabia alguma coisa nessa vida, tudo caiu por terra depois que eu tive meus meninos. Eles me ensinam tanto que eu não consigo imaginar com é que eu consegui viver tantos anos sem eles...
 Será que é possível aprender sobre perdão de uma maneira melhor do que observando as crianças?
 Tom é um garotinho muito sensível e se magoa e chora se leva uma bronca. Mas se eu lhe der um abraço, um carinho, logo tudo passa. Que adulto é assim? Que adulto vai se consolar com aquele que lhe magoou?

 


 Eu sei que esse post saiu muito confuso... Comecei falando de um programa e terminei falando do exemplo das crianças... 
 Eu só queria agora, expressar minha gratidão ao Pai Celestial por me confiar 3 pequenos anjos que me ensinam todos os dias a ser uma mulher melhor. Que me ajudam a ser mais criativa, paciente, perseverante, amorosa... Que me ajudam a sentir que estou realmente fazendo um trabalho sagrado. E, sem dúvidas, esse é o melhor trabalho que eu poderia ter...